Queda de tensão
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Limites de queda de tensão e queda 
de tensão unitária

Os limites de queda de tensão estabelecidos na norma NBR 5410 (NB - 3) estão reproduzidos na tabela abaixo.
Tais limites referem-se à queda de tensão entre a
origem de uma instalação e qualquer ponto de
utilização desta, dados em relação ao valor da tensão
nominal da instalação.

LIMITES DE QUEDA DE TENSÃO

Tabela 5
 

Iluminação

Outros usos

A - Instalações alimentadas diretamente por um ramal de baixa tensão, a partir de uma rede de distribuição pública de baixa tensão;

4%

4%

B - Instalações alimentadas diretamente por subestação de transformação ou transformador, a partir de uma instalação de alta tensão;
7%
7%
C - Instalações que possuam fonte própria.
7%
7%

Notas:

  • Nos casos B e C as quedas de tensão nos circuitos terminais não devem ser superiores aos valores indicados em A.
  • Nos casos B e C, quando as linhas principais de instalação tiverem um comprimento superior a 100m, as quedas de tensão podem ser aumentadas de 0,005% por metro de linha superior a 100m, sem que, no entanto, essa suplementação seja superior a 0,5%.


Deve-se observar que para o cálculo da queda de tensão num circuito deve ser utilizada a corrente de projeto(IB).
A tabela 6 de queda de tensão em V/A.km foi obtida a partir dos parâmetros elétricos dos cabos (resistência em corrente alternada e reatância indutiva), considerando as diferentes maneiras de instalar e os fatores de potência 0,80 e 0,92. O fator de potência 0,80 é o mais utilizado no dimensionamento de circuitos, sendo que o valor 0,92 é para casos específicos, atendendo a Portaria do DNAEE n°1569/93

Lembramos que para o dimensionamento adequado dos cabos, além do critério da máxima capacidade de condução de corrente e máxima queda de tensão, devem ser considerados: o critério da máxima corrente de curto-circuito, os fatores de correção em função de agrupamento de cabos e da temperatura ambiente de referência.